Monday, May 26, 2008

Um contributo para a intgração social.


No Ano Europeu do Diálogo Intercultural, a Junta de Freguesia de S. José promove um curso de Português para cidadãos de leste e um curso de Russo para cidadãos Portugueses.

Este é um contributo importante integração dos cidadãos de leste e das suas actividades na cidade.

Esta iniciativa, insere-se num dos objectivos do Ano Europeu do Diálogo Intercultural, segundo o qual, “O envolvimento activo da sociedade civil será essencial para a divulgação de boas práticas e identificação de necessidades no campo do diálogo intercultural”.




No Ano Europeu do Diálogo Intercultural, a Junta de Freguesia de S. José promove um curso de Português para cidadãos de leste e um curso de Russo para cidadãos Portugueses.

Este é um contributo importante integração dos cidadãos de leste e das suas actividades na cidade.

Esta iniciativa, insere-se num dos objectivos do Ano Europeu do Diálogo Intercultural, segundo o qual, “O envolvimento activo da sociedade civil será essencial para a divulgação de boas práticas e identificação de necessidades no campo do diálogo intercultural”.



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Termos de Referência e Planos de Urbanização.

Apresentação dos Termos de Referência do Plano de Urbanização de Alcântara
26 de Maio - às 18h30 - Auditório da Junta de Freguesia de Alcântara
Rua dos Lusíadas, 13 – 1º
Tel. 213 615 200

Apresentação dos Termos de Referência do Plano de Pormenor da Baixa Pombalina
dia 29 de Maio - às 18h30 – Salão Nobre do Ministério das Finanças
Entrada pelo Átrio de Acesso ao Ministério das Finanças
Ala Oriental da Praça do Comércio
Tel. 218 846 687

Apresentação dos Termos de Referência do Plano de Urbanização de Alcântara
26 de Maio - às 18h30 - Auditório da Junta de Freguesia de Alcântara
Rua dos Lusíadas, 13 – 1º
Tel. 213 615 200

Apresentação dos Termos de Referência do Plano de Pormenor da Baixa Pombalina
dia 29 de Maio - às 18h30 – Salão Nobre do Ministério das Finanças
Entrada pelo Átrio de Acesso ao Ministério das Finanças
Ala Oriental da Praça do Comércio
Tel. 218 846 687

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CADA VEZ MAIS CASAS, CADA VEZ MENOS GENTE - Sessão cívica no Teatro São Luiz, dia 27 de Maio

CADA VEZ MAIS CASAS, CADA VEZ MENOS GENTE

“Envolta por demasiado tempo numa ‘crise de destino’, a nossa Lisboa encontra-se num momento de encruzilhada. Todos sentimos como tem sido elevada a distância entre os espaços da política e os espaços da cidade – e ainda, os espaços da cidadania. Todos sentimos, também, como estes deveriam andar bem mais próximos. É nesse sentido de aproximação – das questões e dos anseios da cidade, aos seus cidadãos – que “Um dia por Lisboa – Grupo do São Luiz”, irá mais uma vez organizar um debate alargado a todos os que possam e assim queiram participar. Agora em torno de um novo tema, absolutamente fulcral para o nosso futuro comum: o contínuo despovoamento da cidade de Lisboa, a dispersão metropolitana, o papel da produção imobiliária e da administração local.
A Lisboa de hoje é uma grande Lisboa-Metrópole. As suas gentes e as suas dinâmicas encontram-se espalhadas numa enorme região espacio-relacional, estendida que está a cidade, bem para além das suas primitivas colinas e margens ribeirinhas históricas, para além de lógicas políticas e técnicas baseadas em simples sectorialismos ou relações directas de causa-efeito.
Os dados são muito sérios: como consequência de uma evolução muito descontrolada e sem qualquer estratégia política, a cidade de Lisboa passou, em duas/três décadas, a abrigar apenas 1/5 da população da metrópole, perdendo mais de 30% da sua população. Neste período, perdeu quase três quartos das suas crianças (mais de 100.000). Os idosos (mais de 64 anos) são agora quase um terço da população, sendo Lisboa das cidades mais envelhecidas da Europa (por sua vez, o continente mais envelhecido do mundo). De 1991 a 2003, o stock habitacional da metrópole aumentou a um ritmo médio de 2,3 novas casas por cada hora! – enquanto que as casas vagas, a maioria em boas condições, se foram aproximando das 200 mil.

Na verdade, os dados mostram, cruamente, que não há qualquer situação similar de tamanha fragmentação urbana, em mais de 400 cidades Europeias.”
O despovoamento da cidade de Lisboa e a dispersão metropolitana:
Luís Campos e Cunha
Manuel Graça Dias
João Cleto (Movimento Porta 65 fechada)
Irene Lopes (J. Freguesia Santa Catarina)
Fernando Nunes da Silva
Ricardo Carvalho
Margarida Pereira
José Faustino (J. Freguesia Massamá / Cacém)
Associação de Pais da Voz do Operário
Construção vs. Reabilitação:
Leonor Coutinho
Vítor Cóias e Silva
Mário Lourenço Nunes (J. Freguesia Benfica)
José Mateus
José Aguiar
Imobiliário e direitos adquiridos vs. interesse público:
Augusto Mateus
Carlos Pimenta
Adelino Fortunato
Pedro Bingre
Isabel Guerra
Joanaz de Melo
Miguel Fernandes
Debate final – Convidados Institucionais:
João Ferrão, Secretaria de Estado do Ordenamento do Território e das Cidades
Manuel Salgado, Câmara Municipal de Lisboa
Fonseca Ferreira, CCDRLVT
Carlos Humberto, Junta Metropolitana de Lisboa e presidente da Câmara Municipal do Barreiro

Mais uma sessão cívica “Um dia por Lisboa” a realizar no Jardim de Inverno do Teatro São Luiz dia 27 de Maio (das seis da tarde à meia-noite). Informações, telefone 213864554.

CADA VEZ MAIS CASAS, CADA VEZ MENOS GENTE

“Envolta por demasiado tempo numa ‘crise de destino’, a nossa Lisboa encontra-se num momento de encruzilhada. Todos sentimos como tem sido elevada a distância entre os espaços da política e os espaços da cidade – e ainda, os espaços da cidadania. Todos sentimos, também, como estes deveriam andar bem mais próximos. É nesse sentido de aproximação – das questões e dos anseios da cidade, aos seus cidadãos – que “Um dia por Lisboa – Grupo do São Luiz”, irá mais uma vez organizar um debate alargado a todos os que possam e assim queiram participar. Agora em torno de um novo tema, absolutamente fulcral para o nosso futuro comum: o contínuo despovoamento da cidade de Lisboa, a dispersão metropolitana, o papel da produção imobiliária e da administração local.
A Lisboa de hoje é uma grande Lisboa-Metrópole. As suas gentes e as suas dinâmicas encontram-se espalhadas numa enorme região espacio-relacional, estendida que está a cidade, bem para além das suas primitivas colinas e margens ribeirinhas históricas, para além de lógicas políticas e técnicas baseadas em simples sectorialismos ou relações directas de causa-efeito.
Os dados são muito sérios: como consequência de uma evolução muito descontrolada e sem qualquer estratégia política, a cidade de Lisboa passou, em duas/três décadas, a abrigar apenas 1/5 da população da metrópole, perdendo mais de 30% da sua população. Neste período, perdeu quase três quartos das suas crianças (mais de 100.000). Os idosos (mais de 64 anos) são agora quase um terço da população, sendo Lisboa das cidades mais envelhecidas da Europa (por sua vez, o continente mais envelhecido do mundo). De 1991 a 2003, o stock habitacional da metrópole aumentou a um ritmo médio de 2,3 novas casas por cada hora! – enquanto que as casas vagas, a maioria em boas condições, se foram aproximando das 200 mil.

Na verdade, os dados mostram, cruamente, que não há qualquer situação similar de tamanha fragmentação urbana, em mais de 400 cidades Europeias.”
O despovoamento da cidade de Lisboa e a dispersão metropolitana:
Luís Campos e Cunha
Manuel Graça Dias
João Cleto (Movimento Porta 65 fechada)
Irene Lopes (J. Freguesia Santa Catarina)
Fernando Nunes da Silva
Ricardo Carvalho
Margarida Pereira
José Faustino (J. Freguesia Massamá / Cacém)
Associação de Pais da Voz do Operário
Construção vs. Reabilitação:
Leonor Coutinho
Vítor Cóias e Silva
Mário Lourenço Nunes (J. Freguesia Benfica)
José Mateus
José Aguiar
Imobiliário e direitos adquiridos vs. interesse público:
Augusto Mateus
Carlos Pimenta
Adelino Fortunato
Pedro Bingre
Isabel Guerra
Joanaz de Melo
Miguel Fernandes
Debate final – Convidados Institucionais:
João Ferrão, Secretaria de Estado do Ordenamento do Território e das Cidades
Manuel Salgado, Câmara Municipal de Lisboa
Fonseca Ferreira, CCDRLVT
Carlos Humberto, Junta Metropolitana de Lisboa e presidente da Câmara Municipal do Barreiro

Mais uma sessão cívica “Um dia por Lisboa” a realizar no Jardim de Inverno do Teatro São Luiz dia 27 de Maio (das seis da tarde à meia-noite). Informações, telefone 213864554.
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Sunday, May 25, 2008

Presidente do Núcleo de S. José acompanha Pedro Passos às Caldas da Rainha.

 

O presidente do Núcleo de S. José “João Miguel Mesquita” esteve ontem no jantar da candidatura de Pedro Passos Coelho nas Caldas da Rainha, acompanhado pelo Presidente de Mesa de Secção D Paulo Moreira. Presenciando assim uma manifestação espontânea e cheia de emoção dos militantes das Caldas da Rainha, segundo palavras do Presidente da Câmara local nem Cavaco Silva terá provocado a mobilização vista naquela sala. Num jantar inicialmente previsto para cerca de 300 pessoas, com alguma dificuldade conseguiram-se sentar 800 e ficaram ainda de pé cerca de 200 pessoas.
Pedro Passos Coelho fez um discurso com enorme sentido de Estado, preocupado com a pobreza encoberta que se vai cada vez mais notando em Portugal, motivada pela má governação do partido Socialista. Pedro Passos indigna-se com as posições arrogantes e medíocres deste governo e aponta o caminho. O Candidato a liderança do PSD afirmou mais uma vez estar pronto para governar Portugal e terminou agradecendo aos autarcas, Presidentes de Junta e Presidentes de Câmara que por este País fora tem em nome do PSD mesmo quando este está em baixo, governado de forma exemplar pondo assim o PSD na linha da frente.

O Presidente do Núcleo de S. José mostrou-se muito satisfeito com a intervenção de Pedro Passos Coelho “O Pedro é como eu já disse o único social democrata capaz de derrotar José Sócrates, não só pelo discurso, mas pela estratégia que tem para Portugal e para os Portugueses, e pela forma como consegue demonstrar as diferenças entre o Socialismo e a Social Democracia posicionando o PSD no seu lugar de partido reformista e solidário bem ao espírito de Sá Carneiro.”Paulo Moreira, Presidente da Mesa da Secção – D, afirmou estar convicto que Pedro Passos é a solução certa para o Partido e para Portugal “ ao mesmo tempo sinto um orgulho imenso que o Presidente da Secção D Luís Newton tenha tomado opção de estar ao lado de Pedro Passos Coelho desde a primeira minuto sem qualquer hesitação. Demonstramos assim ao Distrito que estamos unidos e que temos uma estratégia sólida e equilibrada que o Luís Newton tem conduzido de forma superior”.

 

O presidente do Núcleo de S. José “João Miguel Mesquita” esteve ontem no jantar da candidatura de Pedro Passos Coelho nas Caldas da Rainha, acompanhado pelo Presidente de Mesa de Secção D Paulo Moreira. Presenciando assim uma manifestação espontânea e cheia de emoção dos militantes das Caldas da Rainha, segundo palavras do Presidente da Câmara local nem Cavaco Silva terá provocado a mobilização vista naquela sala. Num jantar inicialmente previsto para cerca de 300 pessoas, com alguma dificuldade conseguiram-se sentar 800 e ficaram ainda de pé cerca de 200 pessoas.
Pedro Passos Coelho fez um discurso com enorme sentido de Estado, preocupado com a pobreza encoberta que se vai cada vez mais notando em Portugal, motivada pela má governação do partido Socialista. Pedro Passos indigna-se com as posições arrogantes e medíocres deste governo e aponta o caminho. O Candidato a liderança do PSD afirmou mais uma vez estar pronto para governar Portugal e terminou agradecendo aos autarcas, Presidentes de Junta e Presidentes de Câmara que por este País fora tem em nome do PSD mesmo quando este está em baixo, governado de forma exemplar pondo assim o PSD na linha da frente.

O Presidente do Núcleo de S. José mostrou-se muito satisfeito com a intervenção de Pedro Passos Coelho “O Pedro é como eu já disse o único social democrata capaz de derrotar José Sócrates, não só pelo discurso, mas pela estratégia que tem para Portugal e para os Portugueses, e pela forma como consegue demonstrar as diferenças entre o Socialismo e a Social Democracia posicionando o PSD no seu lugar de partido reformista e solidário bem ao espírito de Sá Carneiro.”Paulo Moreira, Presidente da Mesa da Secção – D, afirmou estar convicto que Pedro Passos é a solução certa para o Partido e para Portugal “ ao mesmo tempo sinto um orgulho imenso que o Presidente da Secção D Luís Newton tenha tomado opção de estar ao lado de Pedro Passos Coelho desde a primeira minuto sem qualquer hesitação. Demonstramos assim ao Distrito que estamos unidos e que temos uma estratégia sólida e equilibrada que o Luís Newton tem conduzido de forma superior”.

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Friday, May 23, 2008

Texto do Presidente do Núcleo de S. José

Eu acredito no Pedro Passo Coelho !

Eu sou tempo em que Pedro Passos Coelho era Presidente da JSD, ele tem agora 44 anos viveu pelo menos 14 anos fora das lides políticas, conheci bem o Dr. Pedro Passos Coelho e acompanhei o seu trabalho enquanto deputado e defensor das políticas e juventude e educação, viu defender o governo de Cavaco Silva quando assim tinha de ser, mas também o vi criticar e reivindicar mais e melhor para os jovens e para a educação quando assim o entendia necessário. Eu sou do tempo em que o Nuno Freitas e o José Eduardo Martins e eu próprio chegamos a desenhar uma oposição ao Dr. Pedro Passos Coelho na JSD e pela seu poder político, e pela força das suas ideias e pelas suas convicções fomos incapazes de ter sucesso. Eu sou do tempo em que tive de optar entre Pedro Passos Coelho e Pacheco Pereira e contra tudo e contra todos apoie Pacheco Pereira para a Distrital de Lisboa do PSD. Eu sou do tempo em que o PSD governou com Barroso, ganhou Lisboa com Santana, Eu sou do tempo em que Carmona caiu, em que Mendes foi desrespeitado, massacrado e incompreendido.

Por estas e outras razões, eu entendo que chega de tretas, o caminho é só um, o Futuro é Agora e o Pais precisa de nós. Eu sou dos que me revejo interinamente nas opções estratégicas do Pedro Passos Coelho e sou dos que acredita que só ele pode vencer Sócrates.

Eu acredito no Pedro Passo Coelho !

Eu sou tempo em que Pedro Passos Coelho era Presidente da JSD, ele tem agora 44 anos viveu pelo menos 14 anos fora das lides políticas, conheci bem o Dr. Pedro Passos Coelho e acompanhei o seu trabalho enquanto deputado e defensor das políticas e juventude e educação, viu defender o governo de Cavaco Silva quando assim tinha de ser, mas também o vi criticar e reivindicar mais e melhor para os jovens e para a educação quando assim o entendia necessário. Eu sou do tempo em que o Nuno Freitas e o José Eduardo Martins e eu próprio chegamos a desenhar uma oposição ao Dr. Pedro Passos Coelho na JSD e pela seu poder político, e pela força das suas ideias e pelas suas convicções fomos incapazes de ter sucesso. Eu sou do tempo em que tive de optar entre Pedro Passos Coelho e Pacheco Pereira e contra tudo e contra todos apoie Pacheco Pereira para a Distrital de Lisboa do PSD. Eu sou do tempo em que o PSD governou com Barroso, ganhou Lisboa com Santana, Eu sou do tempo em que Carmona caiu, em que Mendes foi desrespeitado, massacrado e incompreendido.

Por estas e outras razões, eu entendo que chega de tretas, o caminho é só um, o Futuro é Agora e o Pais precisa de nós. Eu sou dos que me revejo interinamente nas opções estratégicas do Pedro Passos Coelho e sou dos que acredita que só ele pode vencer Sócrates.

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