Ainda há quem acredite no Governo?
| QREN - Silva Peneda compara acção do Governo a “Vigarice de cábula” |
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O Governo prometeu, através de Resolução de Conselho de Ministros, que o QREN estaria operacional em Janeiro de 2007. Estamos em Março de 2008 - passou um ano e dois meses - e não se investiu, até agora, um só euro do QREN. Isto é imperdoável porque, em Portugal, o investimento decaiu 24% entre 2004 e 2007. O governo veio agora assinar uns documentos em público por justificar mais uma festa de propaganda, mas continua a não conseguir dizer - porque não sabe - quando é que irá entrar em Portugal o primeiro euro proveniente da União Europeia relativamente ao QREN, fundamental para fazer crescer o investimento. Quantos postos de trabalho ficaram por criar com todo este escandaloso atraso? Em vez de vir dar uma explicação às empresas e aos portugueses em geral sobre as razões de tamanho atraso, o governo surge com ar muito satisfeito a mostrar vontade de fazer uma coisa que deveria estar feita há mais de um ano. Trata-se de uma atitude comparável à vigarice de um cábula. José Silva Peneda, |
| QREN - Silva Peneda compara acção do Governo a “Vigarice de cábula” |
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O Governo prometeu, através de Resolução de Conselho de Ministros, que o QREN estaria operacional em Janeiro de 2007. Estamos em Março de 2008 - passou um ano e dois meses - e não se investiu, até agora, um só euro do QREN. Isto é imperdoável porque, em Portugal, o investimento decaiu 24% entre 2004 e 2007. O governo veio agora assinar uns documentos em público por justificar mais uma festa de propaganda, mas continua a não conseguir dizer - porque não sabe - quando é que irá entrar em Portugal o primeiro euro proveniente da União Europeia relativamente ao QREN, fundamental para fazer crescer o investimento. Quantos postos de trabalho ficaram por criar com todo este escandaloso atraso? Em vez de vir dar uma explicação às empresas e aos portugueses em geral sobre as razões de tamanho atraso, o governo surge com ar muito satisfeito a mostrar vontade de fazer uma coisa que deveria estar feita há mais de um ano. Trata-se de uma atitude comparável à vigarice de um cábula. José Silva Peneda, |